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Coisas que já não se usam, mas que deveriam usar-se

  H á muito tempo que faço um esforço para que o meu passado seja, em mim, um museu e não propriamente uma discoteca. Para que o meu passado seja algo que se visita, que se consulta para perspetivar o presente, e não propriamente um propósito de festiva saudade. Tal voluntário e consciente esforço, leva-me, frequentemente, a abraçar a novidade com uma força exagerada. Pelo-me por uma música nova, por um realizador jovem, por uma novidade tecnológica que deu à costa no presente e que devo conhecer e dominar. Às vezes fico até tonto no propósito pois o meu tempo de ócio é, hoje, extremamente limitado.  E o ócio é sem dúvida, pelo menos para mim, o mais criativo e libertador espaço de tempo. Vou ao museu do passado e tenho uma discotequeira saudade das alturas em que não sabia bem o que fazer. E quando não se sabe bem o que fazer é o ócio que nos guia e nos apresenta soluções fantásticas, inesperadas, para o que fazer do tempo e, no fundo, o que fazer de nós mesmos.   N o en...

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