domingo, 27 de fevereiro de 2011

Alucinante

 

Nada mais me ocorre para definir este filme belíssimo sobre a vida ... e não (somente) sobre bailado em que se baseou o simplismo da crítica.

 

 

Já que nada há a dizer sobre a interpretação de Natalie Portman. Mesmo nada, pois nunca se fará justiça com palavras.

 

O som do filme –a respiração e os passos – é fundamental ao brilhantismo da realização de Aronofsky. Enfim, um filme.

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