segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Factory

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A Factory Records é um símbolo fortíssimo para alguma gente da minha geração.

Um símbolo de qualidade musical, das bandas que me marcaram para “todo o sempre” e que, de certa forma, marcaram a história dos anos 80 e 90.

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É um projecto de geniais visionários que íamos recebendo aqui em Portugal através de vinis extraordinários por mão amiga que se deslocou a Londres ou, então, pelas apaixonadas palavras do Miguel Esteves Cardoso.

 

Neste quadro Peter Saville, o designer, deu a substância a tão etérea fábrica de sonhos. As capas dos vinis foram algo nunca visto até ali.

Foram uma nova linguagem que acompanhou, na perfeição, aquilo que se ia fazendo ao nível da música.

 

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EP de 1978. Contém Joy Division. Digital.

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1979. Unknown Pleasures. LP. Joy Division.

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1980. 7’’ e 12’’. Love will tear us apart again. Joy Division.

 

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1980. 12”. Love will tear us apart again. Joy Division.

(a que eu tenho)

 

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1980. OMD. LP.

 

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1980. Section 25:  Girls don´t count. 7’’.

 

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1981. New Order. Procession. 1981.

 

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1981. King Crimson. Discipline. LP

(não é da Factory)

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1981. New Order. Movement. LP

 

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1986. New Order. Brotherhood. LP

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1981. Section 25. Dirty Disco.

 

0000266010_350 1981. Tunnelvision. Watching the hydroplanes. 7”.

 

 

O plástico poético.

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